RIBEIRO ROCHA JULIO 
NO TEMPO DA DISPENSAÇÃO DA GRAÇA, SÓ DESGRAÇA
NO TEMPO DA DISPENSAÇÃO DA GRAÇA, SÓ DESGRAÇA

 

No tempo da Dispensação da Graça, o homem fez e continua fazendo desgraça. Faz tudo contrário ao que o nosso Salvador e Redentor mandou fazer.

Mas..., que tempo é este da Dispensação da Graça?

Este tempo teve início a partir da marte e ressureição de Cristo até sua segunda vinda (Romanos 3:24-26; Efésios 3:1-10), que aliás está bem perto.

Com efeito, se Cristo não tem ressuscitado, nós estávamos desgraçadamente perdidos. Não haveria salvação. Estaríamos nas garras de satanás. Jesus morreu e ao terceiro dia, o Pai o ressuscitou dos mortos para desespero do inimigo das nossas almas.

Durante todo o Seu ministério, Jesus preparou os seus discípulos para o tempo da dispensação da Graça, que havia de chegar.

Este é o tempo de “bendizer os  que nos maldizem, abençoar os que nos amaldiçoam, orar pelos que nos perseguem e amar os nossos inimigos.”

Procedem deste modo os que cumprem o Evangelho da Graça, que tem início com o Evangelho de São Mateus. 

Pregado numa cruz, Jesus recebia afronta dos seus perseguidores. Ele, como dono do poder Celestial, querendo poderia mandar cair fogo do Céu e todos pereceriam, ficando reduzido a cinzas.

Não obstante, o Mestre assim não o fez, porquanto sobre o Redentor das nossas almas, em João, capítulo 3, versículo 17, diz: “Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.”

Na cruz, Jesus, porém, não foi contraditório ao clamar ao Pai: “...Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem...”

Semelhantemente, fez o apóstolo Estevão, que apedrejado mortalmente, clamou em grande voz: “Senhor, não lhes imputes este pecado.” O dito isto morreu. Mataram o corpo físico, mas espírito e alma não mataram. Foram elevados ao Céu. Amém!