RIBEIRO ROCHA JULIO 
O CAI-CAI DE TORONTO, UMA GRANDE MENTIRA
O CAI-CAI DE TORONTO, UMA GRANDE MENTIRA

 

Dizem os comentaristas que o cair no espírito teve início na Comunidade Cristã do Aeroporto de Toronto, no Canadá. Lá acontecia o cair no espírito e a unção do riso.

Gente rolando pelo chão, andando de quatro pés, com corda pendurada ao pescoço, latindo como cachorro, rugindo como leão.E muitas gargalhadas. E era grande a soada da bicharada.

O cai-cai de Toronto veio para o Brasil

Aqui, dentre muitos comentários, queremos transcrever este:

“Um dos primeiros a introduzir a prática no Brasil foi o casal César e Cláudia Castelhanos, autores e líderes internacionais da igreja em células.”

Propagado o cai-cai e a unção do riso, logo se expandiu pelo Brasil. Igrejas de pequeno porte, especialmente as que se situam nos bairros afastados dos centros das cidades, são acolhedoras destas coisas. E a cada dia, aparece mais novidades. Muito modismo. Muito pula-pula. Cai-cai, que eles dizem que é cair no espírito

Tal modismo virou banalidade. Para muitos, são cheias de poder as igrejas que assim o fazem. Não obstante, para os que examinam as Escrituras, Toronto e seus imitadores longe estão da presença de Deus.

E sobre os seus praticantes e seguidores, assim está escrito:

 “MAS o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demónios;” (1 Timóteo 4:1)

“Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos: por onde conhecemos que é já a última hora.” (l João 2:18)

Caiu a máscara de Toronto.

Paul Gowdy, ex-pastor da igreja de Toronto, não suportando mais tanto engano, resolveu escrever sobre o comportamento dos irmãos congregados naquela igreja.

Ele declarou que a igreja “praticamente se autodestruiu”. E acentua: “Devoramo-nos uns aos outros com fofocas, falando mal pelas costas, com divisões, partidarismo, críticas ferrenhas uns dos outros, etc”.

Continuando, destaca: “Hoje, olhando pra trás fico me perguntando como fiquei tão cego assim? Eu via as pessoas imitando cachorros, fazendo de conta que urinavam nas colunas da Igreja do Aeroporto. Observava as pessoas agirem como animais latindo, rugindo, cacarejando, fazendo de conta que  voavam, como se asas tivessem, comportando-se como bêbados, entoando cânticos sem pé nem cabeça, isto é, sem sentido algum.”

A igreja de Toronto caiu, mas o seu cai-cai se expandiu pelo mundo afora.