RIBEIRO ROCHA JULIO 
OS DE HOJE SÃO OS DE ONTEM
OS DE HOJE SÃO OS DE ONTEM

 

O homem segue fielmente a tradição dos seus antepassados – bisavós, avós, pai e mãe. E segue também a tradição dos líderes de muitas religiões e todas as seitas.

Muitas pessoas já nos disseram:

“Eu nasci nesta religião e vou morrer nesta religião. Sigo a tradição dos meus antepassados.

O que, realmente, significa a palavra tradição?

Esta resposta nós a encontramos no dicionário da língua portuguesa.

Vejamos:

Tradição: É a criação de fatos ou dogmas transmitidos de geração em geração sem prova autêntica da sua veracidade.

Tradição, ainda é, segundo o mesmo dicionário: O fato ou o dogma assim transmitido.

Dogmas nas religiões nada mais é do que uma terrível desobediência à Palavra de Deus. Especialmente ao Evangelho da Graça, que nos leva à salvação.

Esta tradição religiosa vem desde o tempo dos judeus, fariseus, saduceus e escribas.

Os fariseus eram membros de uma seita fundada pelos judeus. Eles ostentavam santidade cheia de hipocrisia. E fingimento.

Os judeus aram descendentes do povo hebreu ou israelita. Sua religião principal a judaica. 

Os saduceus pertenciam a uma seita judaica, cujos membros geralmente faziam parte de uma classe rica.

Eles se opunham às palavras de Jesus. Não acreditavam que Jesus fosse o Filho de Deus. Um profeta anunciado por Moisés. E tinham inveja porque o Mestre fazia curas, prodígios e maravilhas. Eles, continuadamente, perseguiam o Salvador e Redentor das nossas almas. Assim, tentava-O sem lhe dar tréguas.

Numa destas tentações, os fariseus se aproximaram de Jesus, perguntando-Lhe:

“É lícito ao homem repudiar a sua mulher por qualquer motivo?” (Mateus 19:3)

Jesus, porém, disse-lhes:

“Não tendes lido que aquele que os fez no princípio macho e fêmea os fez, E disse: Portanto deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne? Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto o que Deus ajuntou não o separe o homem.” (Mateus 19:4-6)

Os fariseus continuaram a interrogar Jesus:

“Então porque mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio, e repudiá-la?” (Mateus 19:7)

Jesus respondeu aos fariseus:

“Moisés por causa da dureza dos vossos corações vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas ao princípio não foi assim. Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério.” (Mateus 19:8-9)

Jesus disse que eles haviam invalidade o mandamento de Deus.

A fim de entendermos melhor sobre tradição ou dogma, veremos mais uma tentação de alguns escribas e fariseus. Eles se aproximaram de Jesus, perguntando-Lhe:

“Porque transgridem os teus discípulos a tradição dos anciãos? Pois não lavam as mãos quando comem pão.” (Mateus 15:2)

Vejamos a resposta de Jesus:

“Porque transgredis vós também o mandamento de Deus pela vossa tradição?  Porque Deus ordenou, dizendo: Honra a teu pai e a tua mãe; e quem maldisser ao pai ou à mãe, morra de morte. Mas vós dizeis: Qualquer que disser ao pai ou à mãe: É oferta ao Senhor o que poderias aproveitar de mim; esse não precisa honrar nem a seu pai nem a sua mãe. E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus” (Mateus 15:3-6).

Por fim, disse-lhes Jesus:

 “Hipócritas, bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo honra-me com os seus lábios, mas o seu coração está longe de mim. Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens.” (Mateus 15:7-9) 

A mulher adúltera:

Jesus se encontrava no templo ensinando. (João 8:2-9)

Naquela ocasião chegaram os escribas e fariseus conduzindo uma mulher apanhada em adultério. E, pela lei de Moisés, ela seria apedrejada. E indagaram de Jesus:

“Tu, pois que dizes?”

A resposta de Jesus não lhes agradou, pois eles queriam acusar o Mestre de alguma coisa. E respondeu-lhes Jesus:

“Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.”

Os escribas e fariseus, cheios de pecado, ouvindo a resposta de Jesus, foram embora.

 

 

Jesus, então perguntou à mulher:

“Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno: vai-te, e não peques mais.” (João 8:10-11)

 Ora, aqueles que tentavam a Jesus sem lhe dá tréguas, queriam com uma só pergunta praticar duas ações criminosas. Na primeira ação: Apedrejar a mulher, talvez até à morte. Na segunda ação: acusar a Jesus de liberar o apedrejamento.

O Salvador e Redentor das nossas almas frustrou o plano diabólico dos seus perseguidores.

Jesus, mesmo perseguido, continuava anunciando o Reino de Deus que estava entre os escribas, judeus, fariseus e saduceus. Pois Deus mandou o seu Filho Amado para os judeus, mas foi rejeitado por eles (João 1:11)

Razão pela qual o Filho, obediente ao Pai, durante todo o seu ministério, dirigiu a palavra aos judeus. E mandou que os seus discípulos fizessem o mesmo.

De sorte, que Jesus os ensinava, dizendo:

“Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e aborrecerás o teu inimigo.” (Mateus 5:43)

O Filho de Deus, então reformulou esta passagem da lei que eles (judeus, escribas, fariseus e saduceus) cumpriam fielmente.

Vejamos que mudança Jesus fez:

“Eu, porém vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem;  Para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos.” (Mateus 5:44-45)

Os inimigos de Jesus não aceitavam aquelas mudanças, visto que a lei que eles seguiam não permitia misericórdia aos inimigos. Estes inimigos sempre foram destruídos. Sem nenhuma chance, como fizeram com Jesus amado.

A fim de entendermos melhor a lei antiga, que era cumprida pelos escribas, fariseus, saduceus e judeus, citaremos a matança dos reis e suas tropas feita por Josué e seus comandados.

Vejamos:                                     

O Velho Testamento registra muitas batalhas que o povo de Deus travou com os reis e povos inimigos.

Queremos citar algumas passagens do livro de Josué, e você, amado leitor, certamente entenderá o motivo pelo qual os judeus, escribas, fariseus e saduceus não aceitavam as coisas que Jesus fazia e pregava.

No livro de Josué, capítulo 10, versículos 28 a 43 registra a matança de sete reis e todo o seu povo.

No capítulo 11,versículos 1 a 23, do livro de Josué, mais outra matança de reis e seu povo.

Estas guerras eram permitidas por Deus. E o Todo-Poderoso agia com sua forte mão ao lado do povo israelita.

Os inimigos de Jesus não acreditavam que Deus teria mandado o Seu Filho ao mundo, a fim de mudar toda aquela situação.

Com inveja, eles sabiam que ninguém faria o que Jesus fez se Deus não estivesse com Ele.

Como no tempo de Abel, eles eram Caim e levaram Jesus à presença de Pilatos, exigiram a condenação de Jesus, levando-o à morte num madeiro. Não obstante, o Pai O ressuscitou ao terceiro dia. E após 40 dias foi elevado ao Céu.

Os inimigos de Jesus não se converteram. E continuaram cumprindo a velha lei, que fora revogada por Jesus, estabelecendo uma nova lei, e com o Seu sangue precioso decretou uma nova aliança.

As gerações que se sucederam após Jesus até os dias atuais se assemelham às daquele tempo. Desta feita, o Novo Testamento, que coloca o ser humano no tempo da graça, que vem pelas obras e pela fé, não é respeitado por quem anda na contramão  da Palavra de  Deus.

Eles trocam a verdade bíblica pela mentira do homem. Deste modo, não há divergência entre os de hoje e os judeus, escribas, fariseus e saduceus, porquanto, continuaram seguindo a lei do Velho Testamento.

Os de ontem levaram Jesus à morte pendurado num madeiro. Os de hoje seguem tradições, dogmas e preceitos. Tudo fora do contexto da verdade bíblica. Preferem o caminho da perdição eterna, se antes da morte física não se converterem dos seus maus caminhos.

Isto acontece porque o ser humano não conhece as Escrituras Sagradas, pois Jesus disse:

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8:32) 

Alguns desconversam quando falamos sobre a Palavra de Deus. Outros, mesmo lendo a Bíblia ou ouvindo pregações, interpretam tudo de maneira errada, e, equivocadamente, saem anunciando coisas fora da realidade bíblica.

Diversos falam coisas nas igrejas que afrontam o Evangelho do Senhor Jesus.

Vários se fazem cheios de poder, e enganam a muitos.

Multidões imensas colocam nas suas casas ou igrejas imagens, que representam pessoas que morreram, e se ajoelham diante delas. E oram pedindo ao morto a sua mediação ou intercessão junto a Deus.

Um candidato a Presidente do Brasil, no segundo turno de 2014, foi ao túmulo do seu avô pedir a benção do morto. O mesmo candidato retornou ao mesmo túmulo a fim de pedir que o seu avô lhe desse vitória naquele segundo turno. Como os mortos nada ouvem, o tal candidato perdeu a eleição.

Um advogado famoso, profundo conhecedor do direito, sendo entrevistado num programa de televisão, apesentou uma fato sua, que fora tirada ao lado de uma estátua de padre Cícero, na cidade de Juazeiro, no Estado do Ceará, Brasil.

Diz o advogado que naquela foto o padre Cícero estava abençoando ele.

Sábio no direito dos homens, porém, ignorante na Palavra de Deus por não conhecer a verdade bíblica.

 Ele disse que havia rezado um terço para o padre Cícero curar um amigo dele que sofrera uma queda e estava muito mal, na UTI.

Como os mortos não escutam, nem resolvem bulhufas, o enfermo morreu.

Os seguidores destas coisas rezam ou oram a Deus, mas de repente, dizem:

“Por intercessão de ...” e pronunciam  nomes de pessoas que morreram. Eles pedem a várias pessoas que viveram entre nós - alguns santos, segundo a Bíblia, e outros não.

VEJA BEM:

Queremos nos concentrar tão-somente no Novo Testamento – o Evangelho da Salvação. Quem nos fala é Jesus através da Bíblia Sagrada. E assim está escrito:

“Ide por todo o mundo, pegai o Evangelho a toda criatura, quem crer e for batizado será salvo. E quem não crer será condenado” (Marcos 16:15)

 “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim.” (João 14:6)

O homem, porém, procura outro caminho. Ele procura os mortos. Quer chegar a Deus, através dos defuntos, contrariando o que disse o Salvador e Redentor das nossas almas.

 “Jesus dizia pois aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”  (João 8:31-32)

O homem tem medo desta verdade, em razão disto abraça a mentira cheia de doutrinas, dogmas e outras práticas que profanam o nome do Senhor.

“Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.” (João 10:9)

O homem, contudo, quer entrar no Reino de Deus através dos mortos..

“E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.” (João 14:13)

O homem não pede em nome de Jesus, preferindo em nome dos mortos.

“Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.” (João 14:14)

O homem pede em nome de outro que não é Jesus. E não tem poder.

“Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.” (João 14:15)

O homem pede em nome de outro, que não tem poder, preferindo desprezar Jesus.

“Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.” (João 15:7)

O homem não vive em Jesus. Desta forma, as palavras de Jesus não estão no homem. 

“Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem,” 1 Timóteo 2:5)

O homem coloca vários mediadores e levanta diversos deuses.

“Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo. “  (Efésios 4:5)

O homem fica dividindo a fé. Ele tem fé num batalhão imenso de pessoas que já morreram. Muitas das quais são santos, mas não tem poder para atender ao homem, pois só Deus é o dono do poder. Todavia, uma assustadora imensidão dos que o homem os chama de santos não subiram para o Céu, porquanto, serão julgados quando da vinda gloriosa do Filho do Homem. E o Rei dos reis os julgará. E boa coisa não lhes estará reservada. 

Lastimavelmente, o homem tem feito tudo contrário. Não quer conhecer a verdade. Milhares de milhares – como já dissemos - tem medo da verdade.

Jesus é o mediador entre Deus e o homem. Ele - o homem - coloca Jesus para trás e procura deuses sem poder algum, que jamais se comunicarão com Deus, a fim de interceder por alguém.  

Jesus disse “eu sou a porta”. O homem, porém, procura outra porta, cujo destino é a perdição eterna.

Jesus disse “em meu nome”. O homem uso o nome de quem já morreu. E diz até: “Rogai por nós”.

Está escrito: “pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito” e “Há um só Senhor, uma só fé”. O homem, porém, pede e nada alcança porque inventa muitas fés, que são mortas em si mesmas.

O homem não mudou, e tem parceria com os judeus, escribas, fariseus e saduceus, do tempo de Jesus.

Todo homem é desobediente à Palavra de Deus?

Algum homem em vida poderá ser santo?

A Bíblia Sagrada nos responde:

Estas duas perguntas encontram firmeza nas pessoas dos Apóstolos, os quais foram e são santos. O Espírito Santo fez curas, prodígios e maravilhas através deles, como constatamos no livro de Atos dos Apóstolos.

Tem mais homens santos.

Os santificados em Jesus, conforme a primeira Carta de São Paulo aos Coríntios, capítulo 1, versículo 2.

Os da primeira carta de São Paulo aos Coríntios, capítulo 12, versículos 12 a31.

Os da primeira carta de São Paulo aos Coríntios, capítulo 3, versículos 16 e 17, que diz:

“Não sabeis vós que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?  Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que sois vós, é santo.”

O homem santo pode ser anjo?

A Bíblia dirá sim ou não.

Vejamos:

Em Apocalipse, capítulos 2 e 3, registram as sete cartas dirigidas pelo Filho do Homem às sete igrejas. Os homens santos daquelas sete igrejas não se encurvaram diante de imagens representando pessoas que já viveram aqui, neste planeta terra.

E sobre as sete cartas, assim está escrito:

Primeira carta. “Escreve ao anjo da igreja que está em Éfeso.”(Apocalipse 2:1)

Segunda carta. “E ao anjo da igreja que está em Esmirna escreve...” (Apocalipse 2:8)

Terceira carta. “E ao anjo da igreja que está em Pérgamo escreve...”(Apocalipse 2:12)

Quarta carta. “E ao anjo da igreja de Tiatira escreve...” (Apocalipse 2:18)

Quinta carta. “E ao anjo da igreja que está  emSardes escreve...” (Apocalipse 3:1)

Sexta carta. “E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve...” (Apocalipse 3:7)

Sétima carta. “E ao anjo da igreja que está em Laodicéia escreve...” (Apocalipse 3:14)

Disse Jesus:

“Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e ás fará maiores do que estas; porque eu vou para meu Pai.” (João 14:12)

Neste trabalho nós mostramos vários aspectos. Do Livro de Gênesis ao do Apocalipse mostramos as grandeza e misericórdia de Deus, do Seu Filho amado e as ações milagrosas do Espírito Santo usando os homens santos. Os que vivem na presença de Deus.

Os da Igreja Primitiva, usados pelo Espírito Santo, faziam coisas tremendas. Eles curavam, ressuscitavam pessoas e cegavam os que se opunham à obra de Jesus, como fez são Paulo com Elimas, o encantador. (Atos 13:8-11)

Por que nos dias atuais é uma raridade a manifestação de Deus, de Jesus e do Espírito Santo, através do homem santo? Por que as coisas feitas pelos Apóstolos não acontecem nos dias atuais? Porquê?

Há quem faça? Há sim!

Não vale aqueles que fazem filas na Televisão e mandam seus seguidores darem falsos testemunhos.

O Apóstolo João, na sua primeira Epístola Universal, capítulo 4, versículo 1, recomenda-nos:

“AMADOS, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus; porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.” 

Agora, observe bem:

De há muito tempo, um número impressionante dos que conhecem a Palavra de Deus, adotam comportamentos totalmente fora dos preceitos do Senhor. Eles criaram falsas doutrinas, torcem a verdade e colocam a mentira como fundamento de algumas religiões ou seitas.

Fazem coisas absurdas, como o amado leitor tem oportunidade de assistir através dos canais de televisão ou ao vivo nas igrejas do cai-cai, treme-treme, rebola-rebola, do sapatear, das falsas curas, das falsas visões, das falsas profecias, e tantas outras coisas que jamais virão do Reino de Deus.

Os que fazem estas coisas dizem que estão em Cristo. Pura mentira, pois assim está escrito na Primeira Epístola Universal de João, capítulo 2, versículo 6, que diz:

“Aquele que diz que está nele, também deve andar como ele andou.” 

Visto tudo isto, comparemos, então:

Os fariseus, saduceus, escribas e judeus não aceitaram os mandamentos de Jesus, e preferiram leva-Lo à cruz do calvário, sendo o Salvador contado como maldito, segundo a lei cumprida por seus perseguidores.

Os de hoje, com suas barbaridades, pedem a crucificação de Cristo.

Em Jeremias, capítulo 33, versículo 3, Deus diz:

“Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes.”

Todavia, o homem cheio de ilusão dogmática, clama a quem não tem poder nenhum. Clama aos mortos representados por imagens feitas de gesso, de madeira, de bronze, e diz: “Rogai por nós.”

O homem, conhecedor da Palavra de Deus, leva milhões de milhões de pessoas a andarem pelo cominho da perdição.

Muitos pastores, que se dizem evangélicos, ignoram a Palavra de Deus e vivem se digladiando, parece até que estão num ringue.

O pastor das galinhas falantes chama outro pastor de canalha e outros desaforos.

Chefões de muitas igrejas usam o dinheiro dos dízimos, ofertas e doações para engordarem as suas contas bancárias, enquanto muitos seguidores seus vivem passando fome. Os chefões nem se lembram dos necessitados, dos pobres.

Todos estes que praticam estas coisas andam em sentido contrário à verdade do Novo Testamento.

Jesus e os santos apóstolos, durante os seus ministérios, pregaram sobre ajudar os pobres, os necessitados e os oprimidos do diabo. Eles praticaram o que pregavam.

Daí, é impossível distinguir eles dos perseguidores de Jesus. Os fariseus, escribas, saduceus e judeus levaram o Filho do Homem à cruz do calvário.

Os de hoje querem, outra vez, levar o Nosso Jesus Amado à morte de cruz.

Queridos, cada um que se examine a si mesmo. Jesus disse que existem dois caminhos: um é bem largo, cuja porta é espaçosa, que leva o homem à perdição eterna, e o outro é estreito com porta apertada, este leva o homem à vida eterna. Os que andam pelo caminho estreito vão morar com Jesus no Céu.

A perdição ou a salvação o homem a conquista antes de sua morte física.

A escolha é de cada um. A M É M!