RIBEIRO ROCHA JULIO 
COM ORAÇÃO O PODER DE DEUS VEIO SOBRE MIM
COM ORAÇÃO O PODER DE DEUS VEIO SOBRE MIM

C o m e n t á r i o

 

Minha narrativa, neste testemunho, trata sobre o poder de Deus que veio sobre mim, como o título o diz. E veio conforme a sua vontade.  

Muitos transformam o nada numa tempestade; dizem que estão na prova.

O que eu sofri, ninguém estará livre de ser submetido a estas coisas.  As quais não estão reservadas para meia-dúzia de crentes, porquanto, o Todo-Poderoso assim não o faz.  Desta feita, aqueles que o Senhor nosso Deus os ama também estão sujeitos às provas e tribulações; passam pelo mesmo sofrimento que os do mundo enfrentam.  Quando tudo estiver bem tranquilo na vida do crente, é de bom alvitre que ele se cuide.  Tome cuidado!

Em 2ª. Coríntios, capítulo 4, versículos 8 e 9, assim está escrito:

“Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados; Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;” 

Daí, é de bom grado que façamos uma reflexão como nosso Deus age poderosamente na vida daqueles que O temem, lutam para viver na presença do Senhor dos Exércitos, crendo que Ele tudo pode, porquanto é JUSTO e BOM.

Ele Jamais desamparará os que cumprem as Sagradas Escrituras, reveladoras da palavra que é “viva e eficaz” (Hebreus 4:12), que salva, transforma e santifica os separados do reino deste mundo. Os que, por obra do Espírito Santo, foram chamados para fora do reino que não é de Deus.

Antes de começar o meu testemunho, transcrevo o Hino 33 da Harpa Cristã, através do qual o nosso Deus, que é misericordioso, falou comigo.

Vejamos:

“1. Com Tua mão, segura bem a minha, Pois eu tão fraco sou, ó Salvador! Que não me atrevo a dar nem só passo Sem Teu amparo, meu Jesus Senhor!

  1. Com Tua mão, segura bem a minha, E, mais e mais unidos a Ti, Jesus . Ó traze-me, que nunca me desvie de Ti, Senhor. A minha vida e luz!
  2. Com Tua mão, segura bem a minha, E, pelo mundo, alegre seguirei; Mesmo onde as sombras caem mais escuras Teu rosto vendo, nada temerei.
  3. E, se chegar à beira desse rio, Que Tu por mim quiseste atravessar, Com Tua mão segura bem a minha, E sobre a morte eu hei de triunfar.
  4. Quando voltares esses céus rompendo, Segura bem a minha mão, Senhor, E, meu Jesus, ó leva-me contigo, Para onde eu goze Teu eterno amor.”                 

O início do meu sofrimento

Padeci de uma grande hérnia por alguns tempos, e castigou-me violentamente. No dia 21 de março de 2013, fui levado, às pressas, por minha querida esposa Aparecida e nosso filho Arão  ao Hospital da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, a cuja corporação servi durante 30 anos.

Logo na recepção do hospital fomos informados que só teria leito disponível no final de julho daquele ano. A hérnia bastante inflamada, estava quase a ponto de estrangular; eu gemia e me contorcia sem cessar com tanta dor. E vaga, só depois de quatro meses. 

 Não obstante, o homem diz uma coisa, mas o Todo-Poderoso diz outra.  E assim, o primeiro que o Senhor nosso Deus o levantou foi um cabo – um crente -, que se encontrava atendendo na recepção daquele hospital. O crente disse: “Vamos resolver agora!” Ele telefonou para a major-médica responsável pelas autorizações dos internamentos.

 E o nosso  Soberano Deus saiu abrindo portas e levantando médicos; consultas e exames aconteceram velozmente. E com cinco (05) dias fui cirurgiado, e na tarde do dia seguinte o médico me deu alta. Glórias a Deus!!!     

    

O diabo tentou nos destruir 

            Decorriam-se 18 dias que eu estava convalescendo no nosso lar, quando, às 19:00 horas, começamos a orar – eu e minha querida santa esposa -, de repente, senti uma pontada terrivelmente forte traspassando o meu corpo quase à altura do umbigo, indo da esquerda para a direita, mas continuamos orando. A pontada, porém, castigou-me com mais violência e continuou sem me dar folga, deixando-me impossibilitado de orar, porquanto eu gritava e gemia muito. E assim padeci diuturnamente durante mais de 35 dias.

Neste período fui levado seis vezes ao pronto-socorro da unidade de saúde próxima do nosso lar. Os médicos mandaram fazer vários exames, cujos resultados davam normais.

          Unânimes, eles diziam que se tratava de doença  emocional.  E deixavam-me internado por duas ou três horas, recebendo medicação e soro. Para lá iam os nossos filhos. Aflitos, aguardavam a liberação para retornarmos ao nosso lar.

          Aparecida, minha querida santa e amada esposa, e nossos filhos viviam atônitos devido ao meu terrível padecer. Longe, porém, estava de ser emocional.

           Eu deixava a unidade de saúde com a mesma dor que lá chegara. Todavia, procurava dissimular que tudo ia bem, visto que  minha esposa, a santa que Deus me deu, sofria muito.

          Os médicos, contudo, insistiam com o mesmo diagnóstico. Desta feita, resolvemos procurar um médico particular, o qual mandou fazer vários exames mais complexos, inclusive uma ultrassonografia. Todos apresentaram resultados normais.

        Meu quadro clínico se agravava mais, pois além das permanentes pontadas,  barriga e  estômago viviam inchados, com cruciantes dores abdominais.

        Diante daquele quadro clínico, o médico mandou fazer uma tomografia computadorizada, cujo resultado seria entregue na sexta-feira da semana seguinte.

          Na terça-feira da dita semana (semana que o laudo estaria pronto), às 14:00 horas, as pontadas me castigavam violentamente, deixando-me bem debilitado. De súbito, do nosso quarto, gritei por meu filho Arão, que assustado, perguntou:

       O que é pai?!

      - Meu filho, coloque aquela cadeira perto de mim e sente-se, não saia daqui, porque satanás está mandando que eu passe uma faca cruzando a barriga e tudo doente sairá. Telefone ao Pastor Rubem Varela, pois o nosso Deus tem feito grandes coisas através dele, e  tenho certeza que o Senhor Deus lhe dirá o que é isto.”

        Arão telefonou para o pastor Rubem, que lhe disse:    “Diga ao irmão Júlio que amanhã eu irei aí.”

        Na quarta-feira o pastor não compareceu, e nós entendemos que seria difícil a sua ida ao nosso lar, devido às suas atividades profissionais de professor, e como servo fiel à frente da obra do Senhor.

       No dia seguinte, quinta-feira, seria o culto de doutrina na Igreja do pastor Rubem, no bairro de Felipe Camarão, bairro extremamente perigoso, a cerca de doze quilômetros de distância do nosso lar. Então resolvemos ir participar do referido culto.

       Às 16:00 horas, da mesma quinta-feira,  foi nos visitar um casal de irmãos, que estudava conosco na Escola Dominical do Templo Central da Assembleia de Deus. Os irmãos nos informaram que iriam também ao culto conosco.

       Antes de deixarmos nosso lar, os irmãos, minha esposa e nosso Arão louvaram ao Senhor com o Hino 33 de Harpa Cristã.

       Naquele momento eu estava padecendo muito, com  grande dor. Finalmente, chegamos à Igreja de Felipe Camarão.

        Sentaram-me no terceiro banco da fila do centro, quando em questão de minutos, levantou-se um dos conjuntos e louvou ao Senhor com o Hino 33 da Harpa Cristã;  gemendo e  me contorcendo com as pontadas cada vez mais cruéis, eu dizia:

        “É comigo! É comigo! Deus está falando comigo!”

          Logo, chegou o pastor Rubem, com aquela humildade que lhe é tão peculiar; saiu conversando com suas ovelhas e  ovelhinhas; em seguida, parou perto de mim e disse-me:

          “Irmão Júlio, perdoe-me porque eu não tive condições de ir à sua residência, mas o nosso Deus resolverá”.

          Com minha face se afogando em lágrimas, falei: “Eu creio! Eu creio!”      

        Deus falou poderosamente

          Após a pregação doutrinária aquele pastor me chamou à frente do púlpito. Feito um molambo, um nada; tremendo, com as pernas cambaleando cheguei até lá, amparado por minha santa esposa e nosso amado filho Arão.

        O pastor desceu do púlpito. Toda a igreja se levantou. Já à minha frente, ele colocou uma mão na minha cabeça e a outra à altura do meu umbigo; e começou a orar, quando o nosso Deus falou poderosamente através dos lábios do pastor Rubem, dizendo:

         “Irmão Júlio, tu não tens nenhuma enfermidade para te destruir não; foi lançada uma seta maligna para te destruir a ti e tua família, mas Deus já está resolvendo.”

         E eu repetidas vezes, dizia:

        “Eu creio! Eu creio!.....”  

         Após Deus falar, aquilo sumiu! Retornamos ao nosso lar, de posse daquela grande benção.

Oramos ao chegar ao nosso lar.

          Naquela noite, eu e minha querida esposa nos prostramos aos Pés do Senhor e oramos. Tudo bem!

           Às 03:30 horas (madrugada), da sexta-feira, como de costume, prostrei-me aos pés do Senhor e orei. Tudo bem!

           Às madrugadas eu orava e oro só, deixando minha querida santa e amada esposa dormir. Não a chamo!

Recebemos o laudo da tomografia computadorizada.

         Naquela sexta-feira, conforme estava agendado, fomos pegar o  laudo  da  tomografia, e, no mesmo dia,  marcamos  uma  consulta para a terça-feira da semana seguinte  com  o  médico  que  solicitara aquele laudo.

Em Espírito lutei com o diabo

           No sábado da mesma semana que o Senhor nosso Deus expulsou a seta maligna, Aparecida, minha  querida esposa, deitou-se cedo, enquanto eu me preparava para prostrar-me aos Pés do  Senhor. De repente, o diabo deu-me uma cutucada no lado esquerdo da barriga, porém, não traspassou como o fizera por mais de 35 dias. Deu-me uma pontada e sumiu.

           Conclui minha oração e abri as páginas da Harpa Cristã, no Hino 33.

            Entre me levantar e localizar o Hino 33, ele deu-me violenta cutucada.

           Ao terminar de louvar ao Senhor, levantei-me para me prostrar, eis que nesse ínterim, o diabo deu-me outra cutucada. Ele, porém, não me deixou. Travei uma terrível batalha espiritual contra o inimigo.

            Passava das duas horas da madrugada, quando, em alta voz, eu lhe disse:

           “Satanás, eu não pertenço a ti. Sou propriedade de Jesus! O meu nome está registrado no Cartório Celestial. No livro da vida.”

            Continuando, disse-lhe: Afasta-te de mim, satanás, em nome de Jesus, pois assim está escrito:

           “Sujeitai-vos pois a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.” (Tiago 4:7).

            E destaquei: “Sangue de Cristo tem poder! Foge de mim satanás, em nome de Jesus”.

           Assim, naquela batalha espiritual nos lugares celestiais em Cristo Jesus, o diabo me tentou até  eu citar o texto sagrado de São Tiago, seguindo-se do “foge de mim, satanás, em nome de Jesus.” E a mão de Deus estava comigo, pois sem o Seu amparo eu estaria vencido.

Levamos o laudo ao médico

           Na terça-feira, levamos o resultado da tomografia computadorizada ao médico, o qual após examiná-lo minuciosamente, disse-me que eu estava com um laço no intestino delgado, gerando uma obstrução, causando dificuldade à passagem dos alimentos, especialmente porque toda a alimentação era sólida. Por fim, concluiu o médico:

          “Cheguei até aqui. Vou lhe encaminhar ao doutor Gilmar Amorim, pois o seu caso é muito grave. A partir de agora, sua alimentação deverá ser passada no liquidificador,  só 90 gramas, de duas em duas horas.

          Minha querida esposa e nossa filha, que também se chama Aparecida, levaram-me ao doutor Gilmar, que é nosso amigo particular, e chegaria ao seu consultório às l8:00 horas, mas naquela tarde ele chegou mais cedo. Suas consultas são demoradas. Ele não tem pressa para investigar os mínimos detalhes nos seus pacientes.

        Finalmente, chegou a minha vez, estava passando das 20:30 horas. Acompanharam-me minha querida esposa e nossa filha, que também é crente em Cristo Jesus.

       O médico se levantou e foi nos receber na entrada do consultório. Humilde, com aquela mansa e suave voz,  disse-me:

       “Júlio, meu amigo, o que você tem?”

        Ele mandou contar minha história, e o fiz. E lhe apresentei os laudo da tomografia e outros exames. Mandou que eu me deitasse  numa  cama,  num  compartimento  ao  lado  do  seu consultório, e examinou-me, sem pressa.

       Comigo ele retornou ao consultório. Pegou um celular, telefonou para diversos oficiais médicos administradores do Serviço de Saúde da Polícia Militar/RN, a fim de me internar, urgente, naquele hospital. Os médicos mandaram aguardar resposta.

        Certamente, como o retorno demorava, preferimos aguardar na sala de espera, considerando que ele iria atender outros pacientes.

         A resposta veio positiva. E faltavam alguns minutos para a meia-noite; fui internado numa enfermaria do Hospital da PM, para no dia seguinte fazer uma cirurgia de alto risco, a fim de retirar o laço.

         Naquela madrugada, deitado naquele leito hospitalar, eu orei ao Senhor, e a Ele indaguei:

         “Senhor, tu me disseste através da boca daquele pastor que eu não tinha nenhuma enfermidade para me destruir. E agora, Senhor!? Mas eu estou firme na tua palavra.” 

         Às 09:00 horas, chegou o médico-cirurgião, o qual examinou os slides da tomografia e o seu laudo, e outros exames. Fez-me rigorosos exames. Findo tudo, declarou-me:

       “Por esta aqui, provavelmente o senhor não será cirurgiado, mas a palavra final é do coronel-médico Marcos Leão.”

       À tarde daquele mesmo dia, o major Martins, médico e diretor do hospital, mandou me transferir para outra enfermaria, e lá fiquei oito dias internado. A situação havia mudado. Tiraram-me de onde ficavam os cirurgiados ou os que seriam cirurgiados. Não obstante, a palavra final seria do coronel-médico Marcos Leão, grande Cirurgião, o qual, por duas vezes me examinou, e, na sua última visita, disse:

       “Desta você está livre. Pode dar a alta dele, mas para desencargo de consciência vou pedir outra tomografia computadorizada, e quando você receber o laudo vá me procurar, na quarta-feira, no Hospital do Coração.”

O diabo foi me tentar no Hospital da PM

Num domingo, cedo ele (o diabo) começou me tentar, e usou o meu filho casula, que é evangélico.  Contudo, não lhe dei tréguas. Orei e louvei sucessivamente ao Senhor com o Hino 33 até ele fugir de mim.

Naquele domingo, minha querida esposa foi me visitar à tarde, cedo. Logo que ali chegou, ela me disse que uma irmã crente, sua amiga, que não sabia que eu estava internado, lhe telefonara dizendo:

“Ele foi para lá para o hospital, tentar teu marido. Diga a teu marido que tenha cuidado.”

Minha esposa perguntou:                                                                 

“Ele, quem?”

O diabo – respondeu a irmã.

Então, fiz saber à minha querida santa que desde cedo o tentador estava ali usando o nosso filho contra mim.

Levamos a segunda tomografia

ao doutor Marcos

Pronto o laudo, eu, minha esposa e nosso filho Arão fomos ao Hospital do Coração levando os dois laudos – o anterior e o novo. Os laudos e os slides teriam que ser escaneados, jogados no sistema e disponibilizados para o doutor Marcos Leão, no entanto, a funcionária responsável só conseguiu escanear os documentos da primeira tomografia..  

           Na hora agendada, adentramos ao consultório – eu e minha querida  santa amada esposa.

O médico foi direto verificar no sistema, no qual só estavam  os  resultados da primeira tomografia;  ele  não  se lembrava que havia solicitado nova tomografia. Daí, não se deteve no que estava na tela do computador, e o que nele constava já era de seu inteiro conhecimento. Fez-me rigoroso exame, e disse que iria mandar fazer outra tomografia, foi quando lhe apresentei a segunda tomografia com o seu respectivo laudo. Então, ele disse:

“Assim  a história muda!”

Apesar de fazer minuciosa investigação, ele não percebeu que naquele segundo laudo constava uma lesão no intestino delgado. Sendo ele um excelente médico e cirurgião de renome, ademais extremamente cauteloso, jamais deixaria de perceber aquela enfermidade no meu intestino delgado, contudo, não percebeu.  Todavia, desconfiou que houvesse muita inflamação, muita coisa greve bem abaixo do umbigo, razão que o levou a solicitar uma colonoscopia e uma biopsia; foram retirados  quatro fragmentos e levados a uma análise histológica.

Recebemos os laudos, e numa quarta-feira retornamos ao médico, que os examinou. Os dois últimos – da colonoscopia e das biopsias – registraram tudo normal. Naquele instante, o médico comparou as duas tomografias com seus slides, e, com admiração, disse:

“O laço sumiu!”

Incontinenti, muito emocionado, respondi:

“Foi o poder de Deus!”

O médico, mais uma vez, não viu que no laudo da segunda tomografia registrava uma lesão no intestino delgado. Nem tampouco, eu e minha querida santa sabíamos.     

 

Fui dar meu testemunho

Na quinta-feira daquela mesma semana, eu, minha querida santa e nosso filho Arão fomos à igreja do pastor Rubem Varela, quando dei o meu testemunho sobre o laço no meu intestino delgado que Deus o desfizera, e que Deus expulsara o diabo, que viera a mim, ainda, duas vezes.

O pastor Rubem chegou à igreja após concluir o meu testemunho.

Do púlpito, ele disse:

       “Irmão Júlio, estou sabendo da benção que Deus lhe deu.”

E não foi muito distante, quando o Senhor falou pelos lábios do seu servo – o pastor Rubem. Deus disse que havia me reprovado por duas vezes, advertindo-me:

“Cuida-te!”

E falou mais Deus:

“Tu ainda não estás curado!”

Contudo, Ele não me disse que eu não seria curado. E eu segurei aquela palavra. Guardei-a no meu coração.      

Surgiram outros sintomas

Deus desfez o laço, mas sugiram outros sintomas, que me fizeram padecer bastante.

Já gravemente enfermo, procurei o doutor Gilmar Amorim, o qual, como o faz com seus pacientes, examinou-me calmamente. Sem pressa! Viu que o meu quadro clínico era grave; logo, encaminhou-me ao coronel-médico Roberto Galvão, diretor de Saúde  da Polícia Militar, solicitando o procedimento de três exames de alta complexidade.

Naquele hospital, recebi o apoio de um crente da Assembleia de Deus – o capitão Rodrigues -, o qual foi forte elo de ligação junto ao coronel-médico Roberto Galvão, diretor de Saúde da Corporação.

O capitão escaneou todos os laudos, tomografias, resultados de exames e as três requisições enviadas pelo doutor Gilmar, destinados ao Diretor de Saúde.

O capitão Rodrigues, compadecendo-se com o meu estado de saúde e considerando o avançar da hora, liberou-me para aguardar em casa a resposta do diretor de Saúde, que não se demoraria a solucionar o meu caso – disse ele.

Realmente, tão logo chegamos ao nosso lar - eu, minha querida santa esposa e nosso querido filho Arão -, o coronel Roberto Galvão, gentilmente, telefonou-me dizendo que havia examinado todos os laudos, e esclareceu:

“Você quer que eu mande fazer, pelo SUS, os exames que Gilmar solicitou, eu faço, mas o seu caso é de cirurgia e logo.”

Respondi ao doutor Roberto que eu estaria nas mãos dele e nas mãos de Deus, que ele fizesse o que seria melhor.

Então, ele informou-me:

“Vou lhe encaminhar a um médico meu amigo. Passe aqui e pegue  os documentos com o capitão Rodrigues.”

Fui encaminhado ao doutor Gustavo, médico e cirurgião do Hospital do Coração, Natal/RN. Lá chegamos – eu, minha querida santa esposa e nosso filho Arão.

O doutor Gustavo examinou cautelosamente a duas tomografias e seus laudos; demorou-se na segunda tomografia, e disse-me:

“O senhor está com uma lesão bem evoluída no intestino delgado com muitas bolhas, que estão obstruindo o intestino; vai chegar ao ponto de vedar tudo, até mesmo a passagem de líquidos.”

O médico mandou-me fazer o risco cirúrgico e o ecocardiograma, a fim de realizar a cirúrgia.

Internei-me no Hospital do Coração

No dia 18 de agosto - domingo, às 09:00 horas, fui internado e passei por vários procedimentos pré-cirúrgicos.

No dia 19 – segunda-feira -, à tarde, levaram-me ao centro cirúrgico. Foi um momento de muita fé, porquanto Deus disse “Tu ainda não estás curado”, mas não me disse que eu não seria curado.

A cirurgia foi imensa – do estômago ao final do intestino grosso. A mão de Deus cobriu-me. Sucesso absoluto. A M É M! 

Deus me resgatou da

sombra de morte.

Na manhã do dia 23 daquele mesmo mês, uma azia, que começara no dia anterior, estava mais forte; percebi a respiração levemente cansada. Lá pelo meio-dia, tanto a  azia quanto a respiração haviam evoluído bastante. Às 14:00 horas, meu quadro clínico estava péssimo, e agravou-se mais; colocaram-me no  oxigênio; não obstante, a situação se tornara mais grave. Meu estado de saúde era crítico.

Uma úlcera surgida devido o estresse naqueles dias me atacara, quase que mortalmente. Talvez eu não chegaria à meia-noite, com vida. 

Em redor do meu leito se encontravam minha querida esposa, três dos nossos quatro filhos e uma nora. Todos bem desanimados.

Lá pelas 07:00 horas da noite, eu estava quase perecendo, quando Deus levantou o doutor Marcos Leão - aquele que, por duas vezes, se confundiu com o laudo da segunda tomografia -, o qual, rapidamente, entrou em ação; convocou a mesma equipe responsável pela cirurgia do dia 19, portanto, quatro dias antes daquela noite de tamanho sofrimento; determinou a minha remoção para o Centro Cirúrgico, onde já estavam o cirurgião, doutor Gustavo, o médico anestesista e demais auxiliares.

Minha querida santa (minha esposa), não suportando tanto sofrimento, passou mal  e  foi  levada  ao  pronto-socorro   por  nosso   filho   Arão  e a  nossa  única  filha,  que também  se chama Aparecida, enquanto nosso filho Tadeu e sua esposa me acompanharam até ao Centro Cirúrgico. E de lá saíram desanimados.

Eu, porém, estava firme na palavra do senhor, que me disse: “Tu ainda não estás curado”

Todavia, o Senhor não disse que eu não seria curado. E o que Senhor me dissera selou a minha fé pela palavra “ainda”, a qual (palavra) segundo o nosso dicionário pátrio diz que ainda, dentre seus significados, quer dizer: Até agora e por ora.

 A cirurgia foi reaberta

Fui anestesiado. Os vinte e um pontos da cirurgia foram reabertos. Meu intestino delgado foi cortado noutra parte, a fim de operar a úlcera. O meu estado de saúde era gravíssimo.  Os médicos não acreditavam que eu sobrevivesse.

Naquele instante, a mão de Deus agiu tremendamente. E antes que o médico  fechasse a cirurgia, o Todo-Poderoso - o dono do Poder - me despertou de maneira tal que eu sentia que a cirurgia estava recebendo os últimos pontos. A M É M!!!        

Na UTI

Por cinco dias, fiquei na UTI, e eu agradecendo ao meu Deus em nome de Jesus, pois só Ele. Tão-somente Ele pode. Faz todas as coisas, posto que só Ele é o dono do poder; e ninguém chegará ao meu Deus se não for através de Seu filho amado.

Fui transferido para a enfermaria

Eu estava consciente sobre a recuperação que seria muita lenta, por se tratar de  cirurgias tremendamente complicadas.

Os médicos não tinham pressa para minha alta. Eu vivia impaciente porque minha querida santa estava sofrendo muito, demonstrando excessivo cansaço, pois ela ficava o dia todo ao meu lado, e só à noite era substituída por outro acompanhante.

Minha alta

No dia 31, sábado, os dois médicos determinaram minha alta; paralelamente fizeram-me muitas recomendações. Inclusive sobre a alimentação: Tudo passado no liquidificador, como antes.

Minha esposa, que se encontrava na enfermaria, cheia de alegria, chorou; ela telefonou para os nossos filhos Arão e Aparecida, os quais foram nos buscar. Agora, eu estava no nosso lar, no seio da minha amada família.  GLÓRIAS A DEUS!!1

Os médicos estavam certos que

se tratava de câncer

 

Os médicos mandaram para biopsia as duas partes cortadas do intestino delgado. Tal procedimento é de praxe em todas as cirurgias.

Eles estavam certos que eu estaria com câncer. O doutor Gustavo me preparou psicologicamente para fazer quimioterapia, dizendo:

“Depois do resultado da biopsia, tudo indica que o senhor vai fazer quimioterapia. É um tratamento lento. Muito doloroso...!”

Alguns do nosso lar tinham dúvida que eu sobrevivesse. Minha querida santa, que escutou Deus falar comigo, pensava o contrário.

Ora! Ora! O que foi que nosso Pai Eterno me disse?

            “Tu ainda não estás curado.” Ele não falou que eu não seria curado. Deus é fiel nas suas promessas. Nas suas palavras. A Ele, tão-somente a Ele: Toda honra, toda glória, todo louvor, toda adoração, toda reverência. A M É M !!

O resultado da biopsia

Pegamos o resultado da biopsia, e outros exames feitos ao mesmo tempo. Os levamos primeiro ao doutor Marcos. Abriu-os. Foi grande, porém, a sua emoção vendo todos os resultados normais. E bastante emocionado, disse-me:

“Pode comer sólido e só me venha aqui no final de outubro, pois nós vamos lhe acompanhar por algum tempo.”

Levamos, igualmente, os mesmos resultados ao outro médico, doutor Gustavo. Sua reação, contudo, não foi diferente da do primeiro médico, o qual me disse:

“Só me apareça aqui depois de seis meses, porque nós vamos lhe acompanhar durante algum tempo.”

As orações das Igrejas

Nossos filhos Arão e Aparecida, ambos da Assembleia de Deus, pediram orações aos irmãos em Cristo Jesus. E os santos vivos, que estão aqui na terra, oraram sucessivas vezes, pedindo ao Senhor Deus, em nome de Jesus, para me libertar de tanto sofrimento. (João 14:13, 16:23, 15:7)

Nas orações dos santos vivos só o Espírito Santo e Jesus são intercessores junto ao nosso Pai Celestial (Romanos 8:26,27 e 34). O que se pratica além disto vem do reino do engano.

Como já vimos, parte do meu padecer não era  físico. Daquele modo, as coisas se agravaram terrivelmente. Os irmãos em Cristo Jesus foram levantando igrejas, e chegou ao número de oito congregações; e dezenas de irmãos oraram isoladamente, em contínua súplica. Tivemos notícias que numa das oito igrejas muitos irmãos se prostravam chorando e clamando. 

Eu agradeci aos irmãos, em nome de Jesus, que vive e reina para todo o sempre. A M É M!

ZELO E SACRIFÍCIO DE MINHA QUERIDA

SANTA E AMADA ESPOSA.

Desde os primeiros momentos que eu fui cirurgiado da hérnia, Aparecida – a santa que Deus me deu – abriu  mão do tratamento de saúde que ela fazia e faz, a fim de cuidar de mim.

Causou-me muita angústia vê-la desprezar todo o tratamento médico indispensável à sua saúde. Ela me foi e é extremamente zelosa.  

Minha alimentação era pastosa e líquida. De duas em duas horas; minha Aparecida preparava mingau ou suco. À noite, ela preparava mingau três vezes, inclusive a medicação na hora certa; querida santa vivia exausta.

           Ela  sofreu tanto, com profundo e afetuoso amor. Após os médicos liberarem a alimentação sólida, já não me alimentava de duas em duas horas. À noite meu organismo deixou de pedir alimentação. Ela, porém, preparava chá, colocando-o no nosso aposento, e eu mesmo me  servia. E minha amada esposa dormindo tranquila. Glórias ao meu bondoso Deus!

Passada aquela fase tremendamente delicada, minha santa retomou ao seu tratamento de saúde. Fez muitas consultas e exames.

A audácia de satanás

Jesus após ser batizado por João Batista, no rio Jordão, foi levado pelo Espírito ao deserto, conforme assim está escrito em Mateus, capítulo 4, versículos 1 e 2, que se segue:

“ENTÃO foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E, tendo jejuado quarenta dias, e quarenta noites, depois teve fome;” 

Primeira tentação

“E chegando-se a ele o tentador, disse: Se tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem em pães.” (Mateus 4:3) 

Jesus lhe respondeu conforme a palavra de Deus, dizendo-lhe:

“Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.”(Mateus 4:4)

Segunda tentação

Mesmo sabendo que Jesus era o Filho de Deus, o inimigo continuou na sua tentação, conforme o mesmo capítulo, versículos 5 e 6, que diz: 

        “Então o diabo o transportou à cidade santa, e colocou-o sobre o pináculo do templo, E disse-lhe: Se tu és   o Filho  de Deus, lança-te de aqui abaixo; porque está escrito: Que aos seus anjos dará ordens a teu respeito; e tomar-te-ão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra.”

Jesus respondeu a satanás, dizendo:

“Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus.” (Mateus 4:7)

Terceira tentação

Satanás mesmo sabendo que Jesus, também era e é o Deus Forte, não desistiu da sua audácia, conforme está escrito em Mateus 4:8-9, que registra:

“Novamente o transportou o diabo a um monte muito alto; e mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles.  E disse-lhe: Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares.”

Jesus expulsou-o da sua presença, dizendo-lhe:

“Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor, teu Deus adorarás, e só a ele servirás. Então o diabo o deixou; e, eis que chegaram os anjos e o serviram.” (Mateus 4:10-11)

Todo o período que Jesus viveu na terra, incluindo o Seu nascimento, foi perseguido pelo maldito.

Satanás tentou Jesus desde a manjedoura à cruz do Calvário.

Com os santos vivos – os salvos em Cristo Jesus – não foi, nem é diferente.

Na Bíblia Sagrada encontramos exemplos dos santos           Apóstolos.  Isto  aconteceu  e  vem  acontecendo   nos  dias atuais. Não faz muito tempo que um pastor foi condenado à morte pela alta corte de um desses países, que rejeitam a salvação em nosso Senhor Jesus Cristo. Contudo, os salvos em Cristo não desistem, e cumprem o que Jesus determinou:

“Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.” (Marcos 16:15-16). A M É M

Para alcançar a todos

Escrevi estes testemunhos com a pretensão de alcançar os crentes,  os não crentes,  os intelectuais, os de pouca letra, os de todas as religiões e seitas. E aos que torcem a palavra de Deus para a sua própria perdição (2ª. Coríntios 4:2 e 4; 2ª Pedro 3:16)

Certamente que milhões de milhões de pessoas dizem e dirão que tais coisas praticadas por satanás (citadas na Bíblia Sagrada) são infundadas; elas não conhecem a palavra de Deus; outros milhões leem, mas não entendem um único texto. 

A fim de esclarecer tais ocorrências, o Livro de Deus centenas de vezes cita a presença daquele dragão cruel no nosso meio, dentre várias passagens, citamos:

“E vindo um dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o SENHOR, veio também Satanás entre eles. Então, o SENHOR disse a Satanás: De onde vens? E Satanás respondeu ao SENHOR e disse: De rodear a terra e passear por ela.” (Jó 6:7)

“Ai dos habitantes da Terra e do mar! Porque o diabo desceu até vós com grande raiva, porque sabe que já tem pouco tempo” (Apocalipse, capítulo 12, versículos 12)

           “Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os  que   se  perdem,  está  encoberto.  Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus.” (2 Coríntios 4:3-4)

O deus deste século é o diabo, o dragão cruel e antiga serpente, que também se chama satanás. O cesteiro dos prazeres e das desgraças do mundo.

Minha fé

Quando o Todo-Poderoso falou comigo através do seu servo colocado à frente daquela Igreja, em Felipe Camarão, eu deixei aquele lugar com muita fé, pois o Senhor cumpre fielmente o que diz, conforme  está escrito em Números, capítulo 23,versículo   19, que diz:

“Deus não é homem para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa; porventura, diria ele e não o faria? Ou falaria e não o confirmaria?”

Sobre essa fé, citamos aqui os casos da mulher do fluxo de sangue e da figueira seca, pois assim disse o Mestre:

“... Tem ânimo, filha, a tua fé te salvou. E imediatamente a mulher ficou sã.” (Mateus 9:22) 

            “Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Em verdade vos digo que, se tiverdes fé e não duvidardes, não só fareis o que foi feito à figueira, mas até se a este monte disserdes: Ergue-te e precipita-te no mar, assim será feito;  E tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis.” (Mateus 21:21-22) 

Como já vimos, eu cri piamente e creio no poder de Deus; que tudo que pedimos, com fé, Ele nos atenderá, conforme nos revela a Bíblia Sagrada. Contudo, é necessário que estejamos fazendo a vontade dEle – o Senhor nosso Deus.

Igualmente, procederam as oito Igrejas que incessantemente oraram ao Senhor nosso Deus, em nome de Jesus, para que Ele me curasse. E assim o fez o Todo-Poderoso. AMÉM!

Satanás espalhou boatos

Antes da realização das duas cirurgias do intestino delgado, satanás usou uma pessoa, provavelmente residente nas redondezas avizinhadas de nossa residência, a fim de causar pânico às pessoas nossas amigas.

A pessoa, que fora usada pelo inimigo, telefonou para algumas pessoas, inclusive fazendo-se passar  por minha querida santa e amada esposa. A qual dizia que eu havia morrido há poucas horas. Várias pessoas  nos telefonaram a fim de obter confirmação. Algumas destas pessoas, apanhadas de súbito,  passaram mal.

Outra pessoa ou a mesma, igualmente possuída pelo diabo, telefonou para alguns membros de nossa família,  a qual dizia que eu me encontrava na UTI. E muito mal.

Quando alguns mensageiros de satanás souberam que eu me encontrava na UTI – na reabertura da cirurgia do intestino delgado -, disseram:

“Cadê o Deus dele! Ele não é crente!”

Crente o sou, porquanto não vivo mais em mim, mas em Cristo e Cristo em mim, assim como Ele vive no Pai e o Pai nEle. A M É M!!!

O Senhor nosso Deus tenha misericórdia daquelas pessoas, convertendo-as dos seus pecados, tirando-as das trevas, trazendo-as para a luz, em nome de Jesus – seu Filho Amado -, Salvador e Redentor das nossas almas, que vive e reina para todo o sempre. A M É M!!! 

Tudo depende do querer de Deus

Pela misericórdia de Deus, que é paciente, O qual me deu duas reprovações e uma advertência, contudo, com sua forte mão abriu todas as portas, levantou médicos e cirurgiões desde a cirurgia da hérnia, no Hospital da Polícia Militar, à primeira cirurgia do intestino delgado e sua reabertura, cumprindo fielmente tudo o que me dissera, devidamente provado com o resultado normal da biopsia feita nas duas poções retiradas das duas cirurgias. Ele – o Senhor dos Exércitos – disse-me:

“Tu ainda não estás curado”.

Com palavra “ainda” ficou claro que o meu Deus me curaria de tudo.  Deus confundiu o homem e levantou o mesmo homem. O homem diz sim, Deus diz não. O homem fecha a porta e Deus a abre incontinenti e ninguém a fechará. Só o Senhor Deus faz todas estas coisas.

Deus atendeu as orações das oito Igrejas. Ouviu as orações dos santos vivos aqui na terra, que oraram ao Pai para me livrar de todas as enfermidades. Tudo em nome de Jesus, Seu Filho Amado, Salvador e Redentor das nossas almas. AMÉM!

Muitos indoutos me disseram:

“Nós oramos por você e Deus lhe curou.”

Ora, são indoutos por torcerem a palavra de Deus para sua própria perdição, conforme está escrito na segunda Epístola Universal de São Pedro, capítulo 3, versículo 16, que diz:

“Falando disto, como em todas as suas epístolas, entre as quais há pontos difíceis de entender, que os indoutos e inconstantes torcem, e igualmente as outras Escrituras, para sua própria perdição.” 

A eles, eu disse obrigado. Aos santos vivos, eu disse: “AMÉM!”

 

DEUS ME CUROU DE UMA GASTRITE

Durante 22 anos sofri com uma gastrite. Por mais de vinte vezes fui ao pronto-socorro do Hospital Central da Polícia Militar.

No início da enfermidade, os médicos mandavam me aplicar uma injeção de Antak, também conhecida por ranitidina. É um medicamento anti-ulceroso indicado no tratamento de problemas de estômago, como úlceras gástrica e duodenal, esofagite de refluxo, gastrite e duodenites.

Já perto dos 22 anos de enfermidade, os médicos mandavam me aplicar uma injeção de Antak no início do atendimento, ficando entre três a quatro horas internado, e aplicavam-me outra injeção de Antak. E eu ficava sofrendo no meu lar, durante quatro ou cinco dias.

Às madrugadas, desde que me converti, não relaxo o meu dever de buscar o meu Deus, adorando-O, agradecendo-O e fazendo-Lhe as minhas petições.

A gastrite doía direto. Não me dava mais sossego. Às madrugadas, de joelho, com a testa no piso do nosso quarto, eu chorava e clamava a Deus para me curar daquela terrível enfermidade. Mas a cura não acontecia. Aflito, passei a dizer a Deus: “Inclina Teus ouvidos, como pediu o Teu servo Davi.” Ouvi-me, em nome de Jesus. E nada!

Certa madrugada, às 03:00 horas, uma violenta dor abaixo do braço esquerdo à altura da cintura, obrigou-me a prostrar-me, como sempre, com a testa no piso.

Suportei aquela dor, e fiz todo o possível para não acordar minha querida santa e amada esposa, porquanto em muitas madrugadas, sofrendo muito, ela e um dos nossos filhos, levavam-me ao pronto-socorro. E retornava me contorcendo em dores.

Naquela madrugada, com aquela dor estranha, não orei, pois só me lamentava e as lágrimas inundavam o piso.

A dor sumiu quando o amanhecer já sinalava a sua chagada.

Na madrugada seguinte, na mesma hora, a mesma dor, chegou com mais violência. Também não acordei minha querida esposa.

Ajoelhei-me, com a testa no piso. Desta vez, orei. E em prontos, eu coloquei a mão sobre a região que me doía, e disse: ‘EM NOME DE JESUS, SAI!” E antes de terminar a oração, a dor sumiu.

Um fato, porém, chamou-me à atenção, pois nas duas madrugadas, a gastrite não me incomodou.  Isto levou-me a crer que Deus me havia curado antes daquelas duas madrugadas. AMÉM!    

 MAIS UMA CURA DEUS FEZ EM MIM

À 01:00 hora da madrugada do dia 06 de novembro de 2016, fui conduzido por minha querida esposa e nossa filha ao pronto-socorro do Hospital Municipal de Natal – Rio Grande do Norte/Brasil, que se localiza, aproximadamente, a uns dois mil metros de distância de onde moramos

            Eu estava sendo atacado por fortes cólicas abdominais e muita disenteria. Naquele pronto-socorro fiquei internado por cinco horas; e às 06:00 horas, retornamos ao nosso lar.

As cólicas e a disenteria, porém, não me deixaram em paz; e assim, às 14:00 horas, do mesmo dia 06 de novembro, retornamos ao pronto-socorro daquela hospital.

Eu estava sofrendo muito com fortes dores abdominais e intensa diarreia. Os exames realizados naquele hospital constataram que uma bactéria estava atacando o meu intestino, e com força.

Cedo da noite daquele dia 06, fui internado. Fiquei no antibiótico e no soro. A diarreia, porém, só aumentava; as cólicas, de igual sorte, também aumentavam. Sentia-me muito debilitado.

Na noite da segunda-feira para terça-feira a diarreia não me deixou em paz; durante o dia da terça o meu estado de saúde se agravou; as cólicas, porém, haviam diminuído, mas a diarreia só aumentava.

No culto do dia 8 – segunda-feira -, no templo Central da Assembléia de Deus, os irmãos oraram a Deus pela minha saúde, cuja resposta do Senhor veio ao anoitecer do dia 09, estancando subitamente a diarreia que me deixava debilitado.

Na manhã do dia seguinte, quarta-feira, o médico que me assistia ficou admirado com a minha recuperação; e mandou suspender o soro, ficando, contudo, o antibiótico; e marcou a minha alta para a sexta-feira. Não obstante, o que o homem diz não é o que Deus decide, pois na quinta-feira cedinho, totalmente curado, pedi minha alta ao médico. 

Às 11:00 horas daquele dia, eu já me encontrava com minha querida esposa, no nosso lar.  GLÓRIAS A DEUS!