RIBEIRO ROCHA JULIO 
O CAMINHO DA SALVAÇÃO ETERNA
O CAMINHO DA SALVAÇÃO ETERNA

 

O caminho da Salvação eterna é Jesus.

O próprio Jesus diz “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim.” (João 14.6)

O caminho não é um lugar por onde pisamos. Jesus fala do caminho da salvação eterna para os que nEle crer (João 3.16; João 1.12b; Marcos 16.16), pois ninguém chegará a Deus se não for através de Jesus, visto que foi Ele quem morreu para salvar o pecador da maldição da lei. As nossas orações só chegarão a Deus através de Jesus, pois o próprio Jesus disse: “E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.” (João14.13)

O amor de Deus pelo mundo

Porque Deus amou o Mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigénito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16) 

Um amor incomparável, porque Deus amou com abrangência; Deus amou o mundo. É amor sem explicação, que foi de tal maneira, dando ao mundo o maior de todos os presentes, que foi o  Seu Filho Unigênito, como jamais visto, pois Jesus é a única esperança para os que nele crer.

Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.” (João 3:17) 

Jesus diz que Ele mesmo atende, isto porque no Evangelho de São João, capítulo 10, versículo 30, diz Jesus: “Eu e o Pai somos UM.”

Jesus apresenta dois caminhos

O senhor Jesus apresenta dois caminhos, que levam à perdição ou à salvação eterna, conforme Mateus, capítulo 7, versículos  13 e 14, que descreve:

Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; 
E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem.” (Mateus 7.13-14)

Jesus apresenta dois caminhos e duas portas.  Uma porta larga, e o caminho que conduz a ela é espaçoso. Um caminho bom para pisar, porém, o destino final, após a morte física, é o tormento eterno.

O rei Salomão, na sua sabedoria, fala sobre o caminho da morte,  em Provérbios, capítulo 14, versículo 12, que diz:

Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte.” (Provérbios 14.12)

Morte, neste caso, não física, mas espiritual, porquanto,  o ser humano anda pelo caminho de operação de erros, mas, por não examinar as Escrituras (João 5.39), os que andam pelo caminho do erro passarão pela porta, a qual é o acesso ao tormento, onde há chamas (Lucas 16:19 a 31).

A outra porta – que é a porta da salvação -  é estreita, cujo caminho para chegar a ela é apertado, e poucos encontram a porta e o caminho.

Enquanto tem vida física, alguns dos muitos podem buscar a porta e o caminho que os leva à vida eterna.

Estas coisas ocorrem em vida, pois no livro de Hebreus, capítulo 9, versículo 27, diz:

E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo” (Hebreus 9:27)

Os que permanecerem na porta larga,  e no caminho espaçoso, que se deleitaram  ou se deleitam com as coisas oferecidas pelo deus deste século, que cegou e cega os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do Evangelho da Glória de Cristo, que é a imagem de Deus (2 Coríntios 4:3-4)

Deste modo, só entrará no Reino de Deus aqueles que andam pelo caminho apertado e a porta estreita.

O caminho que leva à vida eterna é cheio de obstáculos, enquanto o outro é espaçoso e bem limpo; contudo, quem anda por tal caminho, pode mudar para o caminho que leva à vida eterno, pelo qual andam os que creem só em Jesus, que crer num só Deus (1 Timóteo 2.5); que ama a Jesus e guardam os Seus mandamentos (João 14.15).

Os que andam pelo caminho apertado e a parta estreita creem que há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por Ele. (1ª Coríntios 8.6)

  A porta que salva

No Evangelho de João, capítulo 10, versículo 9, Jesus diz que é a porta que salva, conforme está escrito:

“Eu sou a porta;  se  alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens.” (João 10.9)

Jesus se compara com uma porta; nos dois casos  - caminho e parta -, que vimos no capítulo anterior, o Salvador Jesus usa uma metáfora, que é uma figura de linguagem. Jesus explicou com mais clareza dizendo que o caminho é Ele e que a porta é Ele.

Jesus bate na porta do pecador

Na sétima carta à Igreja de Loadicéia, Jesus diz que bate na porta, conforme descreve o texto sagrado: 

Eis que estou à porta, e bato: se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” (Apocalipse 3.20)

Mais uma vez, Jesus usa outra metáfora, pois a porta é o coração do pecador. Jesus não quer perder um, porém, perde muitos, visto que os prazeres oferecidos pelo deus deste século afasta o ser humano de Deus. O pecado afasta Deus do homem, pois Ele odeia todos os que praticam o mal (Salmos 5.5). O mal é tudo quanto provoca a ira de Deus, posto que o ser humano tem prazer nas coisas apresentadas pelo deus deste século, pois ele (o deus deste século) não perde oportunidade.

Cristo, que é o Sumo Pastor (1 Pedro 5.4), e também é a cabeça de Sua verdadeira Igreja (Efésios 1:22 e 5:23; Colossenses 1:18); cujos membros são o Seu corpo (1 Coríntios 12:12-26).  

No versículo 27, do mesmo capítulo 12, não há dúvida que os salvos são o corpo de Cristo, pois assim está escrito: “Ora vós sois o corpo de Cristo, e seus membros em particular.”

Lamentavelmente, Jesus Cristo é rejeitado por muitos, porém, poucos O recebem e creem no Seu santo nome.

O Rei Jesus foi rejeitado pelos judeus

O Senhor Deus, que é misericordioso e tremendo em Suas decisões, viu a perdição do Seu povo escolhido – os judeus. Este povo abraçou coisas opostas à vontade celestial.

Por Seu povo santo Deus fizera de tudo, a fim de reconduzi-lo aos caminhos retos do Senhor. Porém, o povo de Deus buscava as trevas, deixando a luz (João 1:4-5). E viu Deus que era grande a perdição do Seu povo escolhido. E não havia quase ninguém na luz.

A vida estava em Jesus, e a vida era e é a luz dos homens, pois Jesus é doador da salvação eterna.

Daí, o Senhor Deus mandou o Seu Filho Unigênito ao mundo, a fim de “... salvar o seu povo dos seus pecados.” (Mateus 1:20-21)

No Evangelho de João, capítulo 1, versículo 11, diz:  “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.” 

Quem veio para o era Seu foi Jesus, cujo povo de Jesus era os israelitas – os judeus -, os quais rejeitaram o seu Rei. O povo de Israel, o povo escolhido de Deus, rejeitou o Messias Prometido. Eles  não conheceram o Salvador Jesus como “Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz (Isaías 9.6)

Mesmo rejeitado e perseguido, Jesus não desistiu das ovelhas perdidas da casa de Israel, pois Ele  mesmo diz para quem veio, conforme Mateus, capítulo 15, versículo 24, que descreve: “Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.”  

Durante os 3 anos e 6 meses do ministério de Jesus, Ele fez curas, ressuscitou  algumas pessoas mortas e fez muitos outros milagres, e dizia ser o Filho de Deus, como realmente  o é. Os judeus, com inveja, tornaram-se inimigos de Jesus, tentavam matar o Seu Rei, pegavam em pedras para apedrejá-lo, e assim, perseguiram a Jesus durante todo o Seu ministério.

Os judeus tinham tanto ódio de Jesus, que exigiram de Pilatos que Jesus fosse crucificado no lugar de um  perigoso malfeitor chamado Barrabás, cujo pedido foi considerado por Pilatos, que condenou  o Salvador Jesus. Porém, o  próprio Pilatos concluiu que os judeus tinham inveja de Jesus.

JESUS se fez maldição para nos resgatar da maldição da lei

No livro de Gálatas, capítulo 3, versículo 13, diz:

Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro;”

O propósito de Deus na vida de um povo que não era Seu

Com a rejeição de Jesus pelas ovelhas perdidas da casa de Israel, o Senhor Nosso Deus, que é bondoso e rico em misericórdia, abriu as portas do Céu para todos que receberem o Salvador Jesus e crerem no Seu santo nome, conforme, os versículos 12 e 13, do mesmo capítulo 1, de João, que descreve:  

Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; aos que creem no seu nome; Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus.”

A rejeição de Cristo tem sido universal – pelo mundo inteiro -, contudo, alguns O receberam  e continuam recebendo o Salvador, crendo no seu santo nome, tornando-se Filhos de Deus. – comentário do Novo Testamento, aplicação pessoal.

“...deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus.”

Diz Jimmy Swaggart, autor da Bíblia de Estudo do Expositor, que “... constitui uma das promessas mais importantes na Palavra de Deus.”

“...aos que creem no seu nome...” – “só a Fé em Cristo e no que Ele fez por nós na Cruz pode tornar uma pessoa num filho ou filha de Deus.”

O ser humano se tornará Filho de Deus não por nascimento natural, pois trata-se de nascimento espiritual; e receberá as bênçãos espirituais em Cristo Jesus (Efésios 1.3)

Crer com o coração e confessar com a boca

“Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.  Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido.” (Romanos 10.10)

Crer no Senhor Jesus, pois “Há um só Senhor, uma só fé, um só  batismo;” (Efésios 4.5) 

Não existindo, portanto, outra fé, nem outro Redentor, nem outro batismo, senão aquele batismo que ocorre depois do crer. O batismo após a salvação do pecador (Marcos 16.15-16)

O crer não é pela emoção, mas pela razão, pelo raciocínio, pelo convencimento do Espírito Santo (João 16.8-9)

Crendo no Senhor Jesus,  o pecador arrependido  será justificado por Deus, fazendo-se como uma criança (Mateus 18.3), tendo os seus pecados lavados por Jesus, que nos ama, e em seu sangue nos levou dos nossos pecados (Apocalipse 1.5b)

O pecado afasta o pecador da glória de Deus

No livro de Romanos, capítulo 3, versículos 22, diz “Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.”

Porém, sendo justificados gratuitamente pela Sua graça (a graça de Deus), pela redenção que há em Cristo Jesus (Romanos 3. 24); ao qual Deus propôs para propiciação pela fé no Seu sangue, para demonstrar a Sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos sob a paciência de Deus (Romanos 3.25); e, para demonstração de Sua justiça (a justiça de Deus) neste tempo presente, para que Ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus (Romanos 3.26). E assim, crê no Senhor Jesus Cristo, e serás salvo, tu e a tua casa. (Atos 16.31), visto que não há outro que passamos crer.

Propiciação: Ato ou efeito de propiciar. Sacrifício.

Remissão: O perdão dos pecados.

O pecador precisa nascer de novo

O texto sagrado diz que um homem fariseu, chamado Nicodemos, que era príncipe dos judeus, foi à noite ter com Jesus; Nicodemos disse a Jesus: “Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus: porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele.”  (João 3.1-2)

Nicodemos estava curioso para conhecer Jesus, e externou a sua própria opinião a respeito de Jesus, e sabia que Ele não era uma pessoa comum, posto que Jesus fazia muitos sinais miraculosos. Ele sabia que Jesus viera de Deus.

Se  Jesus fosse terrestre, teria ficado envaidecido com o elogio de Nicodemos, mas o Salvador não veio para ser servido, conforme Mateus, capítulo 20, versículo 28, que descreve:

...o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos.”

  Jesus, então esclarece a Nicodemos sobre o novo nascimento, conforme o texto sagrado de João, capítulo 3, versículo 3, que diz:

“Na verdade  na verdade  te digo que aquele que não nascer de novo,

não pode ver o reino de Deus.” 

Nicodemos, que era um líder religioso judeu e fariseu, estranhou aquela história de nascer de novo,  e indagou de Jesus:

“Como pode um homem nascer, sendo velho? Porventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer?” (João 3.4)

Por fim, Jesus tira as dúvidas de Nicodemos, dizendo-lhe:

“Na verdade, na verdade, te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus.” (João 3.5) 

Nascer de novo refere-se a um nascimento espiritual, que é o batismo da salvação eterna. Nicodemos não havia recebido aquele batismo; mas Nicodemos entendeu que se tratava de um nascimento físico. Nicodemos, porém, estava enganado e não entendia sobre as coisas do Reino de Deus.

O imenso amor de Deus pelo mundo

“Porque Deus amou o Mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pareça, mas tenha a vida eterna.” (João 3.16)

Deus enviou o Seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele (João 3.17). Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado; porquanto não crê no nome de Unigênito Filho de Deus (João 3.18).

A condenação é esta, conforme o versículo 19, que diz: “Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más.” Esta referência é sobre homens e mulheres – o ser humano.

Todas as pessoas do mundo estão debaixo do julgamento de Deus, devido o pecado, inclusive muitos que se dizem salvos, e não o são. E um dos maiores pecados é não crer no Filho Unigênito de Deus.

Diz o comentarista que a única forma de escapar da condenação é crer em Jesus Cristo, o Filho de Deus. E crendo só nele!

Tendo fé só em Jesus, pois está escrito na 1ª Carta de Paulo à Igreja do Senhor, que estava em Corinto, capítulo 13, versículo 13:

“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e a caridade, estas três, mas a maior destas é a caridade.”

Primeiro vem o crer, seguindo-se o batismo

No momento que Jesus retornaria ao Pai, apareceu, pela última vez, aos seus discípulos, ordenando-lhes:

“...Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura.  Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.” (Marcos 16.15-16)

Veja que o texto sagrado é bem claro: primeiro vem o crer.

O batismo é depois do crer. Crê no Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo; o Evangelho da Maravilha Graça; a graça que transforma o pecador em templo de Deus, morada do Espírito Santo, e transforma o pecador em santo (1 Coríntios 3.16-17).

Jesus é o único que salva 

E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.” (Atos 4.12) 

 O início da salvação

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie.” (Efésios 2.8-9)

Após a salvação vem as obras, ocorrendo um casamento da fé com as obras, não podendo se divorciar, pois Tiago, capítulo 2, versículo 17, diz que a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.

A salvação  do pecador depende da Fé, da Esperança e da Caridade (o amor), sendo a maior de todas a caridade (1ª Coríntios 13.13). Sem estas três não há salvação.

E a vida eterna é esta: que conheçam a ti só por único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste (Jo 17.3); palavras do próprio Jesus.

Confessar para salvação

Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação.  Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido. (Romanos 10.10-11)

O ser humano precisa crer com o coração, tornando-o justificado perante Deus; então o Senhor Deus declara o arrependido inocente dos seus pecados. E, assim, o crer e a confissão leva o ser humano a Deus.

Na 2ª carta do Paulo à Igreja do Senhor, que estava em Corinto, capítulo 5, versículo  17, declara: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.” 

A nova criatura terá os seus pecados levados pelo Sangue do Cordeiro, conforme está escrito: “Aquele que nos ama, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados” (Apocalipse 1.5b)

De igual sorte, será transformado no Templo de Deus, e morada do Espírito Santo (1ª Coríntios 3.16)

Desta feita, o  novo convertido (a nova criatura) deixa todas as coisas do mundo. Tudo quanto não agradava a Deus, não faz mais. Precisa vigiar e orar, continuamente, para que não entre em tentação, pois o espírito está preparado, mas a carne é fraca (Mateus 26.41).

Jesus aparece aos seus discípulos

Na hora que o Senhor Jesus retornaria ao Seu Trono Celestial, apareceu aos seus discípulos, dizendo-lhes:

 “Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura.  Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.” (Marcos 16.15-16)

Esta é a ordem de Jesus para os que conhecem as Escrituras; ordem porque os dois verbos estão no imperativo: “IDE”, do verbo  ir, e “PREGAI”, do verbo pregar.

Conforme diz o texto sagrado, primeiro vem o CRER, seguindo-se o batismo. O versículo 16 deixa claro “QUEM CRER E FOR BATIZDO SERÁ SALVO”. E completando o texto do versículo 16, diz: “MAS QUEM NÃO CRER SERÁ CONDENADO.”      

Sem está em Jesus não há salvação

Jesus diz “EU SOU a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá  fruto, para que dê mais fruto.” (João 15.1-2)

Jesus, usando uma metáfora, compara-se com um pé de uvas, a fim de explicar as coisas Celestiais. Quem tira a vara é o Pai, jogando-a fora.

Itamir Neves, comentarista bíblico, diz que “a metáfora que apresenta da videira e dos ramos nos mostra o relacionamento orgânico e de total dependência que os ramos devem ter com a própria videira.”

Continuando, diz Itamir Neves que “é desejo do Senhor Jesus que todo verdadeiro discípulo seja frutífero em seus relacionamentos.”

Neste texto sagrado, Jesus é a videiro e Deus é o agricultor. No versículo 5, do mesmo capítulo 15, Jesus amado diz”

 “Estai em mim, e eu em vós como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim.”

Aqui, Jesus diz que a vara são os que se convertem, deixando todos os seus erros doutrinários e outros, os quais (homens e mulheres) estão em Jesus e Jesus neles, considerando que sem Jesus o ser humano está perdido.

O relacionamento dos salvos com Jesus deve ser permanente, e assim dão bons frutos. O senhor Jesus quer que os  salvos se relacione com o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Jesus (a videira) subiu  ao Céu, mas a sua Palavra ficou, e é anunciada no tempo, fora do tempo, em todo o lugar e a toda criatura (Marcos 16.15)

Jesus vem arrebatar a

sua verdadeira Igreja

É num abrir e fechar de olhos

A segunda  vinda  de Jesus está dividida em duas fases, não obstante, trataremos sobre a primeira fase da segunda vinda do Grande Pastor (Hebreus 13.20). Trataremos, inicialmente, dos fatos que acontecerão  antes da segunda fase da segundo vinda do Rei Jesus.

Na 1ª Epístola de São Paulo dirigida à igreja do Senhor que estava em Corinto, ele se apresenta como apóstolo  de Jesus Cristo, pela vontade de Deus. E é por revelação de Deus que Paulo no capítulo 15, da mesma Epístola, versículos 51 e 52,  descreve:

“Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, MAS TODOS SEREMOS TRANSFORMADOS. Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.”

A última trombeta soará, e com muita velocidade, pois é num abrir e fechar de olhos, ocorrerá o arrebatamento dos  santos – mortos e vivos – de maneira invisível, pois nenhum olho o verá, sendo, portanto, diferentemente da segunda fase da segunda vinda Jesus, que todo olho o verá (Apocalipse 1.7).

Na 1ª Epístola aos Tessalonicenses, capítulo 4, versículo 14, diz:

“Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também, aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele.” 

Os que estiverem vivos para vinda do Senhor não precederão os que dormem. (1ª Tessalonicenses 4.15)

Jesus descerá do Céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro (1ª Tessalonicenses 4.16)

O encontra será nos ares

Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; E OS QUE MORRERAM EM CRISTO RESSUSCITARÃO PRIMEIRO. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, A ENCONTRAR O SENHOR NOS ARES, e assim estaremos sempre com o Senhor.  (1 Tessalonicenses 4.16 e 17)

 

O pastor Elinaldo Renovato, que é ministro do Evangelho do Nosso Senhor Jesus Cristo, escritor do Livro o Final de Todas as Coisas – Esperança e Glória para os Salvos, página 61, destacamos:

“Diante dessa realidade espiritual tão profunda, todo crente que espera a volta de Jesus, deve estar preparado a cada dia, a cada instante. Ao deitar, o crente, jovem ou adulto, precisa estar com sua “bagagem” espiritual pronta, pois, quando, “a trombeta de Deus” tocar anunciando a volta de Cristo, não haverá mais tempo, um segundo sequer, para alguém se preparar. O pai crente não poderá avisar ao filho que se prepare; não poderá chamar sua filha, que estiver desviada para que deixe sua vida de pecaminosidade; o filho crente não poderá acordar seu pai e dizer que “Jesus está voltando”: o esposo salvo não poderá despertar a esposa, dizendo que “chegou a hora”; nem a esposa salva alertar ao marido descrente que Jesus está chamando. Não!”

Por fim, ele concluiu: “Todos esses alertas devem ser dados agora, no dia que se chama hoje. Porque, no arrebatamento, os evento finais serão de uma rapidez fulminante,” num abrir e  fechar de olhos” (1 Co 15.51)

O JUÍZO FINAL, UM BECO SEM SAÍDA

Os que preferiram  a porta larga e o caminho espaçoso (Mateus 7:13) conforme já vimos, e assim morrerem fisicamente estarão no lugar de tormento (Lucas 16:24); são milhões de milhões, milhares de milhares desde Caim ao Juízo Final. Como o Senhor Deus não julga  os mortos, os trará à vida física.

No livro do Apocalipse, capítulo 20, o apóstolo João descreve o que viu:

E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para ele.” (versículo 11)

João não identificou quem estava assentado sobre o Trono Branco, porém, era Deus ou Jesus, pelo nosso entendimento, era o Filho do Homem (Jesus), pois no capítulo 1, versículo 8, do livro de Apocalipse, Ele se apresenta como  o Todo-Poderoso.

João viu os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros; e abriu-se o livro, que é o livro da vida: e os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras.” (versículo 12)

               A referência sobre os mortos, grandes e pequenos são os ímpios, que escolheram  o  caminho   da  perdição eterna;  cresceram   e multiplicaram-se 

durante o Milênio. Um tempo sem esperança para os perdidos.

Nos livros constarão os nomes dos que rejeitaram a Salvação Eterna, mas são tantos que o Senhor precisou de vários livros. Neste caso, não há mais salvação, e sim condenação eterna.

Na visão de  João, ele diz: “E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras.” (Apocalipse 20.13)

  Ninguém escapará ao Juízo de Deus, cujos nomes estão nos livros. Não tem como escapar. É mesmo um beco sem saída!

Como Deus não julga quem já morreu, os trará à vida física, a fim de receberam a sentença final.

        No versículo 14, do mesmo capítulo 20, diz que a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo, que é a segunda morte.

            “E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no logo de fogo.” (Apocalipse 20:15).

Este versículo encerra, definitivamente, a vida dos que passaram pela porta larga. 

A M É M!