RIBEIRO ROCHA JULIO 
Cap 13 - A TORRE DE BABEL
Cap 13 - A TORRE DE BABEL

 

           O povo havia se multiplicado, conforme ordenou o Senhor Nosso. O texto sagrado diz que “E era toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala (Gn 11.1).

           Então, o povo se reuniu, conforme os versículos 2 a 4, que descrevem:E aconteceu que, partindo eles do Oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e habitaram ali. E disseram uns aos outros: Eia, façamos tijolos e queimemo-los bem. E foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume, por cal. E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.”

           O Senhor confundiu as línguas

           Então, desceu o SENHOR para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam; e o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e, agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer. Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro. Assim, o SENHOR os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade.” (Gn 11.5-8)

           O Senhor Deus percebeu que não daria mais certo o povo com a mesma língua, porquanto o homem não teria limites, surgindo, então, as nações estrangeiras. 

           Daí, aquele lugar  ficou conhecido por Babel, pois o texto diz que “se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o SENHOR a língua de toda a terra e dali os espalhou o SENHOR sobre a face de toda a terra.” (Gn 11.9)

           E assim, o povo foi confundido, visto que uns não entendiam o que os outros falavam, e cada povo rumou ao país, onde encontrou os seus compatriotas falando a língua que o Senhor Deus colocara em cada nação.