RIBEIRO ROCHA JULIO 
AS GUERRAS NO TEMPO DA DISPENSAÇÃO DA GRAÇA
AS GUERRAS NO TEMPO DA DISPENSAÇÃO DA GRAÇA

 

Sem Deus no coração, a humanidade tem enveredado pelo caminho da possessão do mais, sem limite pelo domínio, pela ganância do poder quer religioso ou não. Neste contexto, não respeita a posição religiosa do ser humano, nem tampouco as adversidades, que certamente virão sobre eles; porquanto quem provoca guerras corre a risco de ganhar ou perder.

Fazendo-se um balanço das vítimas provocadas por grandes e pequenos conflitos, encontramos um número, que é, simplesmente assustador.

Não queremos nos deter em florear palavras, considerando que se faz necessário levar ao leitor textos curtos, fácil de assimilação, visto que o final de TODAS AS COISAS está às portas, observando a evidência das  coisas que estão acontecendo, mostram a humanidade caminhando para um beco sem saída.

Vejamos, então as guerras e conflitos ocorridos pelo mundo inteiro, no Tempo da Dispensação da  Graça. No tempo que o homem deveria AMAR AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO, conforme o Evangelho de São Mateus, capítulo 5, versículos 43 e 44, que diz: 

Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo, e aborrecerás o teu inimigo. Eu, porém vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem.”

O versículo 43, do mesmo capítulo 5, refere-se à aliança mosaica, porém, JESUS veio para decretar a aliança da Graça – um novo testamento - que fora assinada com o seu precioso sangue, que entraria em vigência com a morte do testador. 

Não obstante, a humanidade desconhecendo este tesouro, que o Senhor Nosso Deus  o colocou nas mãos dos que O temem,  promoveu e promove cruel carnificina contra o seu próximo.

O número de pessoas mortas em guerras e conflitos, é, simplesmente, estarrecedor, que  estremece os sentimentos daqueles que conhecem a verdade de Deus.

Países se unem em blocos e declaram guerra contra outro país. Conflitos internos, quando um povo se rebela contra os seus próprios governantes, levando milhares de pessoas à pena de morte sem julgamento justo. Sem nenhuma possibilidade de chance à defesa de quem jamais deu motivo. Golpes de estado, que é a tomada do poder pela força, com derramamento de sangue. Nestes dois últimos casos, ocorrem assassinatos em massa.

As guerras e outros conflitos, sem falar nas questões religiosas, mataram, até o século XIX, número de civis superior a 140 milhões.

No século XX, a matança explode descontroladamente. Um comentarista diz que o século XX registra a ação dos governos revolucionários, com taxas de assassinatos em massa, apresentando uma subida do número anterior (l40 milhões) para 262 milhões de mortos entre 1900 a 1999, portanto, quase o dobro do número anterior.