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O IMPÉRIO ROMANO NÃO DEU TRÉGUAS AOS CRISTÃOS
O IMPÉRIO ROMANO NÃO DEU TRÉGUAS AOS CRISTÃOS

 

Após matar os apóstolos de Jesus, o império romano, continuou matando impiedosamente.

Timóteo - foi martirizado, no século I d.C. Ele pregava aos idólatras, quando foi atacado  com apedrejamento e paus. Morreu alguns dias depois.

Inácio, bispo de Antioquia, discípulo de João e Pedro, também sofreu martírio, e foi devorado pelas feras, no tempo de Trajano, imperador romano.

Justino, também mártir. A exemplo de São Paulo, foi assassinado por Roma, em 165, século II d.C.

Antipas, fiel testemunha de Jesus, foi morto entre os da igreja de Pérgamo, onde habitava Satanás (Apocalipse 2:13). Ele era pastor da Igreja de Pérgamo, o qual, segundo Tertuliano, foi colocado dentro de um boi de bronze e levado ao fogo até ficar vermelho (Comentário expositivo de Apocalipse, de Hernandes Dias Lopes).

Policarpo, bispo de Esmirna, discípulo de João. Fiel até à morte. No ano 155 depois de Cristo, negou-se a dizer: “César é Senhor”.

O procônsul pediu a Policarpo, com insistência,  dizendo: “Jura, maldiz a Cristo e te porei em liberdade”.

Foi colocado em uma arena cheia de pessoas enfurecidas. Queriam que ele oferecesse um sacrifício, e todos poderiam ir para casa. O procônsul romano implorou a Policarpo que jurasse pela fidelidade de César.  E insistia: “Mude de ideia. Diga: fora com os ateus.” Para eles, Policarpo era ateu!

O procônsul continuou tentando:

- Faça o juramento e eu o libertarei. Amaldiçoe Cristo!

O bispo se manteve fiel a Deus. E exclamou: “Oitenta e seis anos eu tenho servido a Cristo, e Ele nunca me fez mal, só o bem. Como então posso eu maldizer o meu Rei e Salvador?”

Depois de ameaça-lo com feras, o procônsul lhe disse: “farei que sejas consumido  pelo fogo.”

Policarpo, porém, não temeu, e disse-lhe: “Tu me ameaças com fogo que queima por uma hora e depois de um pouco se apaga, mas tu és ignorante a respeito do fogo do juízo vindouro e do castigo eterno, reservado para os maus. Mas, por que te demoras? Faze logo o que queres”. E foi queimado vivo em uma pira. 

Nosso dicionário diz que pira era conjunto de lenha usado para queimar cadáveres, para sacrifício ou para suplício de pena de morte.

Alguns presentes à terrível cena, testemunharam que o fogo não o queimou.

Os crentes da Igreja de Esmirna foram atacados mortalmente. Eles eram forçados a adorar o imperador como se fosse Deus. Num instante lançaram para morte, do alto do monte Pagos, 1200 cristãos. Noutra oportunidade, lançaram 800 crentes. Matavam os crentes em quantidade como se fossem aves de arribação.