RIBEIRO ROCHA JULIO 
NO TEMPO DA DISPENSAÇÃO DA GRAÇA, SÓ DESGRAÇA
NO TEMPO DA DISPENSAÇÃO DA GRAÇA, SÓ DESGRAÇA

 

No tempo da Dispensação da Graça, que é o tempo da Maravilhosa Graça, o homem fez e continua fazendo desgraça; ignorando a mensagem de Jesus Cristo na Cruz do Calvário. E  Fez e faz tudo contrário ao que o nosso Salvador e Redentor mandou fazer.

O tempo da Dispensação da Graça teve início a partir da morte vicária de Cristo, e se estenderá até a sua segunda vinda, que aliás está bem perto.

Com efeito, se Cristo não tem ressuscitado, nós estávamos desgraçadamente perdidos. Não haveria salvação. Estaríamos nas garras de satanás. Jesus morreu e ao terceiro dia, o Pai o ressuscitou dos mortos para desespero do inimigo das nossas almas.

Jesus levou consigo as chaves da morte e do inferno (Apocalipse 1:18)

Durante todo o Seu ministério, Jesus preparou os seus discípulos para o Tempo da Dispensação da Graça, que havia de chegar muito breve.

JESUS foi bem claro sobre tal tempo, dizendo:Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem;” (Mateus 5:44)

Nesta passagem encontramos quatro ordens de JESUS, porquanto são quatro verbos no imperativo afirmativo, segunda pessoa - Amai, Bendizei, Fazei e Orai. Todo verbo no imperativo representa ordem.

Procedem deste modo os que cumprem o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, que tem início com o Evangelho de São Mateus. 

Pregado numa cruz, Jesus recebia afronta dos seus perseguidores. Chicotadas, traspassado com uma lança, pés e mãos pregados num madeiro, entre dois malfeitores.  Ele, como dono do poder Celestial, querendo poderia mandar cair fogo do Céu e todos pereceriam, ficando reduzido a cinzas.

Não obstante, o Mestre assim não o fez, porquanto sobre Ele (o Redentor das nossas almas), em João, capítulo 3, versículo 17, diz:

“Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele.”

Na cruz, Jesus, porém, não foi contraditório ao clamar ao Pai:

...Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem...” (Lucas 23:34)

Semelhantemente, fez o apóstolo Estêvão, que apedrejado mortalmente, clamou em grande voz: “Senhor, não lhes imputes este pecado – Atos 7:60.” E dito isto morreu. Mataram o corpo físico, mas espírito e alma não mataram. Foram elevados ao Céu. Amém!